A história
Em 2085, a maior parte da humanidade sobrevive dentro de uma economia de permissões que mede, conecta e diz cuidar de cada corpo — e a história começa onde essa promessa se rompe: nas zonas cegas e nos corpos que os sistemas oficiais não conseguem tornar legíveis. HORIZONTE acompanha Eva Macedo pela infraestrutura do SOMA e pelas tensões institucionais da TouchSkin, enquanto uma crise — que atinge em cheio sua amiga mais próxima, Diana Morais — expõe o que o cuidado do sistema sempre foi feito para esconder. HORIZONTE abre a saga conectada; seu manuscrito-mestre v4.0 está em pós-produção, enquanto a história maior continua em desenvolvimento controlado.
Uma distopia biopolítica sobre corpos, instituições e uma economia de permissões. HORIZONTE é o atual manuscrito-mestre v4.0 e está em pós-produção; a história maior continua em desenvolvimento controlado.
Por que se destaca
Sinal Vivo não é cyberpunk como estética — sua distopia funciona com infraestrutura, não com engenhocas: uma "economia de permissões" que mantém os corpos vivos, conectados e mensuráveis, em que o horror está no que a legibilidade oficial exclui, não em cromados e néon. Pontos de referência de tom incluem Severance e Black Mirror; são comparações editoriais, não validação de mercado, interesse de compradores ou aval.
O mundo
Terra, 2085: uma civilização planetária desigual mantida por uma "economia de permissões" — uma infraestrutura que mantém as pessoas vivas, conectadas e mensuráveis enquanto promete cuidado. O SOMA é sua infraestrutura biopolítica; a TouchSkin é o lugar de suas tensões institucionais. HORIZONTE abre a história; seu manuscrito-mestre v4.0 está em pós-produção.