A história
No vazio primordial, antes da linguagem e do tempo, forças ontológicas da gravidade, da luz e da matéria primordial colidem e negociam os próprios limites, tecendo os princípios físicos e os reinos da criação cósmica. Antes dos Nomes não tem personagens humanas, nem cenários urbanos, nem trama investigativa — é um poema mítico em prosa planejado em seis volumes (24 capítulos, cerca de 544 páginas), no registro da Teogonia de Hesíodo e das Metamorfoses de Ovídio, atualmente em fase inicial de tratamentos narrativos (cerca de 9.300 palavras reunidas) sob uma revisão ativa de nomes e terminologia.
Um objeto de arte literária soberano — mito cosmogônico na tradição da Teogonia de Hesíodo e das Metamorfoses de Ovídio, não uma porta de entrada para o grande público. O diagnóstico do próprio autor: uma obra-assinatura, que define o teto do catálogo, para uma fase mais tardia dsua vida, não uma porta de entrada para um leitor de primeira viagem.
Por que se destaca
O projeto é concebido como um poema mítico cosmogônico em prosa, e não como um romance convencional movido pelo enredo. Os materiais atuais exploram formas ilustradas e em áudio como possibilidades; não se afirma validação de mercado nem interesse de compradores.
O mundo
Uma cosmogonia primordial: forças ontológicas da gravidade, da luz e da matéria primordial, personificadas sem serem nomeadas como divindades, negociando as leis físicas e os reinos de um universo ainda em criação. Este título está em revisão ativa de nomes e terminologia (um processo de dupla aprovação previsto na governança da própria obra) — por respeito a essa etapa em aberto, nenhum nome específico de entidade é apresentado aqui.